VISÃO

NOSSA CONFISSÃO DE FÉ E CONDUTA:

1. A REVELAÇÃO DE DEUS

À Igreja Nação Apostólica Reviver em Cristo crê, adota totalmente e prega os ensinamentos bíblicos resumidos na seguinte Confissão de Fé:

Cremos que o ser humano pode reconhecer a presença de Deus na Terra, através da:

a) NATUREZA: (Sl 19:1-2; Is 40 ; Rm 1:19-20).

b) SUA CONSCIÊNCIA: (Rm 2:14-15).
Estas duas maneiras falam do poder, grandeza e sabedoria de Deus, mas não revelam o interesse que Ele tem em regenerar o homem pecador e Seu desejo de salvá-lo.

c) PROFETAS: (I Sm 3; Is 6; Os 1; Am 7:14-17). Através dos diversos Profetas levantados, Deus revelou seu caráter, moral e justiça, mas faltava-lhes revelar sua bondade, amor e misericórdia. Assim, para isto, DEUS (Ex 3:14-15) usou a forma de revelação mais clara possível, para que todos os homens de todas as raças, loucos e sãos, sábios e tolos, ricos e pobres, grandes e pequenos, pudessem conhecê-lo na sua forma pessoal.

d) JESUS CRISTO: através de Jesus, Deus se revelou plenamente a todos os homens, de sorte que todos os povos podem compreender sua principal missão: salvar. Cremos que Cristo é aquele de quem os antigos profetizaram (Mt 5:17; Lc 24:44) e que é o Filho de Deus (Mt 11:25-27) com a mesma autoridade do Pai (Mc 2:1-12; 13:31; 14:62), tendo os seus milagres e maravilhas (Lc 12:54-56; Jo 3:2; 14:11) testificado isto. Os milagres de Jesus não foram feitos na base da mágica, ilusionismo, hipnotismo, sugestão ou predestinação. Ele os realizou porque realmente tinha poder para tanto, estando acima das leis da física e da natureza, que Ele próprio criou (Jo 1:3).

Os milagres de Jesus foram feitos diante de milhares de testemunhos e as pessoas puderam provar e participar de suas maravilhas. Por isso, Jesus pôde, sem qualquer dificuldade, transformar água em vinho (Jo 2:9), curar o filho do oficial a distância (Jo 4:46), curar a febre da sogra de Pedro (Mt 8:14), limpar os leprosos (Mc 1:41), fazer andar o paralítico (Lc 5:18), tornar perfeita a mão ressequida de um homem (Mt 12:10), acalmar uma grande tempestade (Mt 8:26), estancar o fluxo de sangue de uma mulher (Lc 8:43), andar sobre as águas (Mc 6:49), fazer falar e ouvir um homem que era surdo-mudo (Mc 7:33), curar uma criança lunática (Lc 9:37), curar dez leprosos de uma vez (Lc 17:12), curar um hidrópico (Lc 14:2), reimplantar a orelha cortada Malco (Lc 22:51), fazer duas pescas maravilhosas em lugar que sabidamente não tinha peixe (Lc 5:6; Jo 21:6), libertar da possessão de espíritos imundos o demoníaco da sinagoga (Mc 1:26), do endemoninhado que era cego e mudo (Mt 12:22), do endemoninhado de Gadara que habitava em sepulcros (Lc 8:26), alimentar quatro mil pessoas com sete pães e alguns peixinhos (Mt 15:32) e, em outra ocasião, alimentar cinco mil pessoas com apenas cinco pães e dois peixinhos (Mt 14:15), ressuscitar os cadáveres do filho único da viúva (Lc 7:11), da filha de Jairo (Mt 9:18) e o de Lázaro (que já estava em adiantado estado de putrefação e todas as testemunhas puderam sentir o seu mau cheiro) (Jo 11), além de muitas outras coisas que Jesus fez que se encontram relatadas nos quatro livros de Mateus, Marcos, Lucas e João e as que não estão relatadas por falta de espaço (Jo 21:25).

Seus milagres foram tão reais e sobrenaturais que os líderes religiosos de então se reuniram e traçaram um plano diabólico para tirar a vida de Jesus, pois diziam: “que estamos fazendo, uma vez que este homem opera muitos sinais? Se o deixarmos assim, todos crerão nele. Desde aquele dia, resolveram matá-lo”. (Jo 11:53). Cremos que toda a sua vida foi uma personificação do amor de Deus (Mc 2:17; 10:21,45; Lc 19:1-10; Jo 3:16) e que a sua morte coroou sua vida em favor dos homens (Mc 14:22-24). Cremos que a sua ressurreição e ascensão (Mt 28; Lc 24:1-12; Jo 20:1-10; At 2:6-11) são as provas irrefutáveis de que Ele vive e nós viveremos.

Cremos que Cristo é a própria palavra de Deus (Jo 1:1-17; Hb 1:1-2; I Jo1:1) e que ninguém pode conhecer o Pai se não for por Ele (Jo 1:18; Mt 11:27) sendo Ele, portanto, o único caminho para a salvação (Jo 14:6) e que “crer” é o verbo salvador.

2. AS ESCRITURAS SAGRADAS
Cremos na inspiração Divina do Antigo e Novo Testamento e que a Bíblia é um livro divino-humano, assim como Cristo é divino e perfeitamente humano (I Tm 2:5). Humano, porque foi escrito por homens e, às vezes, manifesta pensamentos e sentimentos humanos, em desacordo com os de Deus (Ex: os discursos dos amigos de Jó) e tem fatos históricos e políticos que pertencem aos homens. Divino, porque é obra de homens inspirados por Deus, (II Tm 3:16), sendo que os pensamentos de seus escritores eram guiados para trazer-nos palavras revestidas de sentido mais profundo, que eles próprios desconheciam (I Pe 1:10-12; Dn 8:15; 12:8-12) e, por isso, os seus escritores são chamados de “homens impelidos pelo Espírito Santo” (II Pe 1:20-21; Ap 19:9; 22:6; II Sm 23:2). Cremos que a aceitação da Bíblia como Palavra de Deus é uma questão de fé e não de ciência sem, contudo, ser irracional e ilógica. Cremos na Bíblia porque o próprio Cristo testificou de sua verdade e origem (Mt 4:4; 5:17-18; 21:13; 22:29-32; 23:35; 25:31; Mc 12:10; 14:49; Lc 4:16-21; 10:26; 17:26; 18:31; 22:37; 24:25-27; Jo 10:34-36), sendo que a própria Bíblia fala sobre a sua natureza (Is 38:5; 43:1) testificando também o nosso coração, porque, ao ler a Bíblia, sentimos Deus nos falando.

Cremos que a Bíblia deve ser encarada em seu contexto e não em versículos isolados, assim como existem muitas passagens poéticas ou em parábolas que não devem ser tomadas ao pé da letra e sim no verdadeiro sentido espiritual.

Enfim, cremos que a Bíblia merece absoluta confiança como revelação de Deus, sendo que as dúvidas e interrogações devem-se, principalmente, à incapacidade humana de interpretá-la. Para entendê-la perfeitamente, devemos depender da graça e sabedoria do mesmo Espírito Santo que inspirou os seus escritores (Jo 16:13; I Co 2:10-14; I Jo 2:27).

Cremos, inclusive, que nenhuma Igreja ou autoridade no mundo pode acrescentar qualquer texto às Sagradas Escrituras, porque ela é por si só, auto-suficiente e fiel (Mt 5:18-19).

3. NATUREZA DE DEUS

Cremos que, por sermos humanos, só podemos falar ou pensar em Deus de uma maneira muito limitada e que só poderemos vê-lo quando os nossos corpos estiverem transformados. Fomos criados à imagem e semelhança de Deus (Gn 1:26; 6:6-7; Dt 29:20; II Cr 16:9; Jr 15:6) e também semelhante a Ele, nós, os salvos, seremos transformados (I Co 15:50-54; I Jo 3:2; Fp 3:20-21).

Baseado nas Sagradas Escrituras e no testemunho do próprio Cristo cremos que:

a) DEUS É AMOR: amor verdadeiro, não fingido, espontâneo, altruísta, que alcança todos os homens, até os mais miseráveis e detestáveis (I Jo 4:8-16). E que a maior prova deste infinito amor é o oferecimento de seu de seu único e amado filho, Jesus Cristo, em favor de todos os pecadores (Jo 3:16).

b) DEUS É ESPÍRITO: a existência divina e diferente da nossa, material e corporal (Is 31:3) e, por Ele ser Espírito (Jo 4:24; II Co 3:17) cremos que é completamente anti-bíblica e herege qualquer tentativa de representá-lo através de objetos, quadros, imagens, símbolos ou ídolos (Ex 20:4-6).



c) DEUS É LUZ: luz verdadeira, que nunca se apaga, que ilumina o caminho de todos aqueles que estão em trevas (Is 60:19; Tg 1:17; I Jo 1:5).

d) DEUS É INFINITO E ETERNO: tudo que Deus é, é infinito e eterno: amor sem fim, poder sem fim, misericórdia sem limite, santidade sem limite, atividade sem limite (Ex 15:11; Jó 11:7-10; Sl 145:3; 147:5). Deus também não está limitado ao passado, presente ou futuro, porque Ele é o Alfa e o Omega (Ap 22:13; Jo 8:58; II Pe 3:8; Hb 13:8).



e) DEUS É TRANSCENDENTE E ONIPRESENTE: criou Ele o céu e a terra, suas criaturas, o universo, está em tudo e em todos, sem nunca ter precisado de mãos humanas para servi-lo (At 17:24-25; 27-28).



f) DEUS É IMUTÁVEL: ao contrário da instabilidade emocional do homem, Deus não é volúvel nem em seus pensamentos, nem em suas emoções (Dt 33:27; Sl 90:2; 102:26-27; Ml 3:6; I Tm 1:17).



g) DEUS É ONISCIENTE: Ele tem perfeito conhecimento do que vai dentro e fora do coração do homem, do que acontece dentro e fora do mundo, do que ocorre dentro e fora do universo, do que se passou e do que ainda acontecerá (I Rs 8:29; Sl 139:1-16; Is 46:10; Ez 11:5; At 15:18; Jo 21:17; Hb 4:13).





h) DEUS É SANTO: o único Santo, distinto de todas as suas criaturas (Ex 15:11; Is 57:15). É perfeito moralmente e isento de qualquer impureza ou pecado. É na presença de Deus que o homem tem consciência de seu estado pecador (Jó 34:10; Is 6:5; Hb 1:13).



i) DEUS É JUSTIÇA: por isso deu ao homem uma lei justa, recompensando a obediência e castigando a desobediência (Sl 99:4; Is 33:22; Rm 1:32).



j) DEUS É VERDADEIRO: nele não há hipocrisia, nem encenação. Ele é o único e verdadeiro Deus. (I Rs 18:24; 18:37-39).



k) DEUS É FIEL: tudo o que ele promete, cumpre! Todas as suas promessas contidas nas Sagradas Escrituras cumprem-se na vida de cada salvo, quando esperadas com Fé. (Nm 23:19; I Co 1:9; Hb 10:23; II Tm 2:13).



l) DEUS É BONDADE, GRAÇA, MISERICÓRDIA, LONGANIMIDADE: como conseqüência direta do seu amor, Deus trata todas as suas criaturas com generosa bondade (Sl 36:6; Sl 104:21;Sl 145:8; Mt 5:8-9; Mt 5:45; At 14:17). Sua disposição de perdoar os pecadores é a manifestação de sua graça (Ef 6:7; 2:7-9; Tt 2:11). Sua misericórdia é patente ao aliviar a miséria daqueles que sofrem a conseqüência do pecado (Lc 1:54,72,78; Rm 9:16, 18; 15:9; Ef 2:4). Sua longanimidade consiste em tolerar e ter paciência com aqueles que são rebeldes e não atendem os avisos de um Deus amoroso (Rm 2:4; 9:22; I Pe 3:20, II Pe 3:9,15).



m) DEUS É ONIPOTENTE: Ele pode fazer de tudo para executar sua soberana vontade. Contudo, com seu imenso poder Deus a si mesmo se respeita e não mente, não engana, não se impõe, não peca, não se nega (Nm 23:19; I Sm 15:29; Hb 6:18; Tg 1:13-17). Deus pode, pela sua vontade, fazer tudo o que quiser (Gn 18:14; Jr 32:27; Zc 8:6; Mt 3:9; Mt 26:53).

4. A UNIDADE E TRI-UNIDADE DIVINA
Cremos no ensinamento bíblico de que “Há um só Deus” (I Tm 2:5) e que isto se trata de uma verdade fundamental, tanto no Antigo como no Novo Testamento. Cremos que Deus se revelou à nação de Israel, que o chamava de JAVÉ ou YAVÉ – (DEUS DE ... – Ex 3:14-15), tendo a pronúncia correta se perdido devido ao temor que os judeus tinham de desobedecer (Ex 20:7). Cremos, conforme testifica o Antigo Testamento que, DEUS é UM e que ALÉM DELE NÃO EXISTE OUTRO DEUS, sendo falsos os pretensos deuses dos pagãos (Dt 6:4; Jr 5:7). Esse ÚNICO DEUS, entretanto, já no início do Antigo Testamento se refere a si mesmo no plural (Gn 1:26 ; 11:7).

O Anjo de DEUS, que assume forma visível, é mencionado como sendo o próprio DEUS (Gn 16:7,13; 18:1-2).

Deus também mandou o SEU PRÓPRIO ESPÍRITO aos profetas (Is 48:16; 63:10), estando o mistério da TRI-UNIDADE DIVINA patente a todos os homens, desde o princípio da Bíblia Sagrada.

Cremos que, em perfeita consonância com o Antigo, o Novo Testamento confirma a existência de um único Deus, não havendo outro semelhante a Ele.

Cremos na revelação Cristã de que Deus é Pai, Filho e Espírito Santo e que os três nomes estão no mesmo plano de poder e glória, perfeitamente harmônicos e interligados (Mt 28:19; II Co 13:13; Ef 2:18; 4:4-6; II Ts 2:13-14; I Pe 1:2) pelos mais estreitos laços de amor e pensamentos, conhecendo cada um a vontade dos outros dois (Jo 5:19-23,26,27,30; 17:21,23) trabalhando todos para a redenção humana. Em alguns casos, têm as mesmas funções: o Pai e o Filho são o Criador (Gn 1:2; Jo 1:1-3) O FILHO e o ESPÍRITO são o Consolador (Jo 15:26; Mt 28:20; Jo 16:13-14).

Cremos que não há graus de divindade entre os três, porque são UNO, apesar das diferentes funções de cada um. O Pai é supremo como a Fonte: dele procede o Filho (I Jo 4:9,14) e o Espírito (Jo 14:16,26) sendo este enviado pelo Filho da parte do Pai (Jo 15:26; I Co 15:24-28).

5. OUTROS SERES ESPIRITUAIS PODEROSOS
Cremos na existência de seres espirituais superiores à raça humana, que foram criados por Deus antes da criação do homem, (Cl 1:16), o que afasta a crença atual de que são espíritos de falecidos. O próprio Cristo freqüentemente se referia a eles. O número destes seres é incontável (Hb 12:22) sendo, todos eles, assexuados (Mt 22:30; Mc 12:25). Deus os criou com bons propósitos e, tal como os homens, os espíritos são donos de vontade e personalidades próprias.
Assim como existem homens bons e maus, também existem espíritos que preferiram ser bons e outros que preferiram ser maus. Aos bons, a Bíblia se refere como “anjos”. Aos maus, como “demônios”. Em poder e conhecimento são inferiores a Deus e superiores aos homens, o que quer dizer que não existem espíritos que precisam da ajuda humana para obterem luz, como ensina o espiritismo. Os anjos cultuam ao Filho (Hb 1:6) e não admitem que os homens lhe prestem culto (Cl 2:8; Ap 22:8-9) ao contrário dos demônios que se fazem adorar em centros, terreiros e outras seitas hereges.
Aos anjos compete nos socorrer. Eles tiveram, inclusive, o privilégio de assistir “o Filho do Homem” quando Ele estava aqui na terra (Mt 4:11; 26:53; Mc 1:13; Lc 4:10; Hb 1:14). Conduzem os homens ao bem estar do além-túmulo (Lc 16:22) e, durante a vida, vão adiante dos homens para os guiar, proteger e libertar (Gn 24:7; Ex 14:19; 23:20-23; II Cr 32:21-22; Dn 3:28; 6:22; At 5:19; 11:7-11). Os anjos comunicam aos homens, da parte de Deus, ordens, promessas, avisos e repreensões (Gn 16:9-12; 19:22; Nm 22:11-18 ; Jz 2:1-5; 6:11-24; II Sm 24:16-17; I Cr 21:15-30; I Rs 19:5-7; Mt 2:13; 28:2,5; At 8:20; 10:3-6 ; 11:13-14; 27:23-24).

Futuramente, os anjos virão tocando a trombeta na volta de Jesus (Mt 16:27; 24:31; 25:31; Lc 9:26; II Ts 1:7) e reunir os escolhidos (Mc 13:27).

Quanto aos anjos caídos ou demônios, são referidos em II Pe 2:4; Jd 6 como estando reservados para o juízo. Pertencem ao diabo (Mt 25:41) e para eles está preparado o lago de fogo.

Não lhes é permitido separar os salvos do amor de Deus em Cristo (Rm 8:38). Serão derrotados pelo arcanjo Miguel e seus anjos (Ap 12:7-9) e os próprios crentes os julgarão (I Co 6:3).

Satanás, o diabo é o líder dos anjos caídos (Ez 28:13-17). O nome “satanás” vem do hebraico e significa “adversário”, declarando sua total oposição aos salvos. Tem poder de atuar sobre os incrédulos (Ef 2:2) colocando-os sob controle (I Jo 5:19; Lc 4:6; Jo 12:31; 14:30). Os descrentes estão sujeitos a ele (At 26:18), cegos por ele (II Co 4:4) e enganados por ele (II Co 11:13-14). Ele é mentiroso e homicida por essência (Jo 8:44) e tem poder da morte sobre os seus súditos (Hb 2:14).

O salvo é liberto da sua escravidão (Cl 1:13), mas não da sua tentação (At 5:3; I Co 7:5), sendo que o diabo não se furtou de tentar próprio Cristo (Lc 4:1-13). Ataca os crentes com dardos inflamados (Ef 6:16), enreda com estratagemas sutis (I Tm 3:7; II Tm 2:26; Ap 20:3) e desmoraliza com maledicência (I Tm 5:14-15). A palavra “diabo” (grego diabolos) significa “acusador” e a sua intenção é devorar, derrotar e peneirar os discípulos de Cristo (Jó 1:12; I Pe 5:8; Lc 22:31). Satanás e seus anjos caídos sucumbiram diante de Cristo (Lc 10:18; Jo 12:31) e logo esta vitória na Cruz (Cl 2:15) será confirmada no esmagamento de satanás (Rm 16:20), sendo primeiramente lançado no abismo (Ap 20:2-3) e depois no lago de fogo (Ap 20:11; Mt 25:41).

6. O HOMEM: SEU ESTADO NA CRIAÇÃO E SEU ESTADO ATUAL
Cremos que o homem foi criado por determinação e atuação divina (Gn 1:26-27), e que a maneira simplista da Bíblia relatar esta criação deve-se ao fato de que até hoje não existe mente humana com entendimento suficiente para suportar uma explicação física, química, matemática e científica. Além do mais, o propósito de Deus ao inspirar o relato da criação foi mostrar o Criador e não dar lições de ciências exatas e humanas. Cremos que todo homem foi criado à imagem e semelhança de Deus, tendo recebido poder para dominar a natureza e influir nela, sendo-lhe delegada liberdade, orientação e responsabilidade (Gn 1:28-30; 2:15-17).

Cremos que todo homem possui natureza moral refletida na sua consciência, sabendo distinguir por si só entre o bem e o mal, entre o amor e o ódio. Cremos que o homem, livre para escolher entre a obediência a Deus e a desobediência, tentado pelo mal, tomou a decisão errada e deu entrada do pecado em seu coração, perdendo a sua pureza o original, com todas as terríveis conseqüências desse novo estado.

Cremos que pecado é a insubordinação, desobediência, indisciplina à vontade de Deus, que está declarada tanto na Bíblia como na consciência do homem (I Jo 3:4; Mt 5:21-32). Pecado é não atingir o padrão divino (Lc 15:18,21; Rm 3:23), é ofensa a Deus (Ef 2), é deixar de amar o semelhante (Mt 5:38-48; I Jo 3:15; 4:8; Rm 13:9), é deixar de respeitar a personalidade e o direito alheio (Gn 4:5; II Sm 11), é a auto-suficiência (Ml 4:1; Lc 1:51; Tg 4:6; I Jo 2:16), é o orgulho egocêntrico de quem se julga capaz de conduzir sua própria vida, repugnando a interferência de Deus.

Cremos que o pecado contamina todos os aspectos da vida do homem e que a sua influência altera tudo o que ele pensa, diz e pratica. Cremos que o pecado coloca o homem diante de Deus na mesma condição que o criminoso está para a justiça do país (Rm 3:19; Tg 2:10).

Por isso, cremos que o pecado faz separação entre o homem e o seu Deus (Gn 3; Is 59:2; Lc 5:8; I Jo 2:28), e que como salário do pecado é a morte, o homem pecador está morto espiritualmente (Rm 5:12,21; 6:23) e que a exclusão definitiva e eterna do pecador da presença de Deus é a segunda morte (Mt 25:41; II Ts 1:9; Ap 20:11-15).

Cremos que o pecado escraviza o homem através de uma força maléfica que o imobiliza, tornando-o cada vez mais incapaz de praticar o bem (Rm 7:18-20). Cremos que por seu mérito, obras e esforço próprio, nenhum homem pode apagar os seus pecados e recuperar a pureza perdida, que é indispensável para a sua salvação. Cremos que Deus sempre se preocupou com a redenção do homem, tendo já no Antigo Testamento colocando o seguinte meio para o perdão do pecado: “É o sangue que fará expiação em virtude da vida” (Lv 17:11). Para isto, usava-se um cordeiro ‘sem mancha e sem defeito’, simbolizando a inocência e pureza, que era sacrificado em favor do pecador.

Tal sacrifício, porém, era insuficiente, pois a cada novo pecado cometido pelo homem, exigia-se o sacrifício de um novo cordeiro.

Cremos que o cordeiro tomava o lugar do pecador somente no derramamento de sangue, mas não tomava o seu lugar como ser humano, estando, aí, o seu sacrifício incompleto.

7. O SALVADOR: O SACRIFÍCIO PERFEITO E DEFINITIVO

Cremos que o próprio Deus se propôs a passar por todas as nossas aflições e fraquezas, para provar que era possível ao homem superar-se. Por isso, gerou-se em ventre humano por obra e graça do Espírito Santo (Mt 1:18-25; Lc 1:26-38), conforme estava profetizado em Is 7:14. Na vida de Cristo, Deus mostrou tudo o que pretendia ao criar os homens. Cristo era humano no sentido mais absoluto e perfeito. Teve mãe humana, cresceu e desenvolveu-se humanamente. Esteve sujeito à toda as tentações do homem e não pecou. Não apenas comeu e bebeu, como também passou fome, sede e cansaço. Tinha todas as emoções e necessidades humanas. Sua humanidade foi a mais elevada e a mais santa que este mundo já viu ou possa ver (Mt 4:2; 8:24; 26:28; Mc 3:5; 6:34; 10:14-21; Lc 2:40,52; 22:44; 24:39; Jo 4:6; 8:40; 11:33-36; 12:27; 19:28; I Tm 2:5).

A Bíblia deixa bem claro que Cristo é o filho de Deus, tendo, aqui na terra, permanecido preso ao corpo humano e suas conseqüências: morreu e foi sepultado como homem (Mt 27:45,66; Mc 15:33-47; Lc 23:44-56; Jo 19:28-42).

Cremos que Jesus sempre teve plena consciência de que a sua missão de libertar os homens da escravidão do pecado só teria êxito se ele assumisse o lugar do cordeiro, inocente, oferecendo o seu corpo “sem defeito, sem culpa, e sem mancha”, para que o seu sangue fizesse expiação em favor dos pecadores (Jo 3:14; 8:28; 12: 24; Mt 20:28; 26:24).

A inocência de Jesus era tão comovente que até as pessoas que não eram do seu rebanho, como o governador Pôncio Pilatos, Judas que o traiu, o Centurião que o crucificou, o ladrão que morreu ao seu lado, disseram, respectivamente: “estou inocente do sangue deste justo” (Mt 27:24) – “Pequei, traindo sangue inocente” (Mt 27:4) – “verdadeiramente este homem era justo” (Lc 23:47) – “porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez” (Lc 23:41). Jesus sempre soube a hora que iria ser sacrificado (Jo 7:30; 8:20; 12:23; 13:1; 17:1; Lc 22:53) e deixou-se prender para cumprir a vontade do Pai e salvar os homens, através do seu sacrifício definitivo (Jo 10:18). Do principio ao fim, o Novo Testamento salienta: “Eis aqui o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”.

Cremos que na cruz, agonizante, estava o Messias triunfante.
O próprio Paulo declarava: “Cristo morreu pelos nossos pecados, de acordo com as Escrituras” (I Co 15:36). Cremos que na Cruz, Deus se revela aos homens (Mt 27:51; Mc 15:38; Lc 23:45). No momento em que Cristo expirou, o véu do templo em Jerusalém se rasgou de alto a baixo, eliminando a barreira que existia entre o homem e o seu Deus (Mt 27:51).

Cremos que a Cruz de Cristo traz o homem a Deus e leva Deus aos homens (Hb 10:19-20). Cremos que, na Cruz, Cristo se identificou com todos os pecadores, com os quais andava em toda a sua vida, chamado-os de “irmãos” (Hb 2:11). Até na hora de morrer, colocou-se entre dois criminosos. Tudo isso voluntariamente, pois Ele mesmo disse: “ninguém tira a minha vida; Eu espontaneamente a dou”. E a deu por mim e por você. Cremos que morreu o JUSTO pelos injustos, o inocente pelos culpados, para nos conduzir a Deus (I Pe 3:18). Cremos que Deus considera justo aquele que aceita e confia na justiça que o próprio Deus oferece: Jesus Cristo.

8. A RESSURREIÇÃO E ASCENSÃO DE JESUS

Cremos que Jesus ressuscitou em carne e osso (Lc 24:39), sendo que, apesar disso, seu corpo tem uma nova estrutura molecular que nós não conhecemos, visto que Ele pode entrar em um recinto fechado, diante dos apóstolos, sem que as portas lhe fossem abertas (Jo 20:19,26).
As testemunhas que o viram vivo, após a sua morte, puderam comer com Ele (Lc 24:42-43), andar com Ele (Lc 24:15), tocar nas feridas provocadas em suas mãos e pés pelo martírio dos cravos na cruz (Lc 24:39-40; Jo 20:27; I Co 15:4-7).

Cremos que o Cristianismo é algo superior a todas as outras religiões do mundo justamente porque nenhuma delas oferece o líder ressuscitado.
Todo os grandes homens, profetas e líderes religiosos que morreram, foram e permanecem sepultados. Somente Cristo foi sepultado e revivido (Mt 28; Mc 16; Lc 24; Jo 20-21). Tendo subido aos céus 40 dias depois de ressuscitado (Lc 24:50-51; At 1:9-11) e permanecido até hoje à direita de Deus (Ef 1:19-20). Assim como o ódio e a morte entraram no mundo pela desobediência de Adão, a PAZ e a VIDA vieram por Cristo Jesus, nosso Senhor (I Co 15:20-21).

9. O ENVIO DO ESPÍRITO SANTO

Cremos que Cristo foi para o Pai mas não nos deixou órfãos: Ele enviou o seu Espírito Santo para nos consolar, habitar em nós e guiar-nos em toda verdade (Jo 16:7). Cremos que é o Espírito Santo que convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16:8-11).

Cremos que o Espírito Santo tem sabedoria (Jo 16:13) vontade própria (I Co 12:11), sensibilidade e emoção (Ef 4:30 ; Rm 15:30), e, assim como o Pai e o Filho, são oniscientes (I Co 2:10-11), onipresentes (Sl 139:7), sendo Ele que opera o novo nascimento do Cristão (Jo 3:7-8).

Cremos que, da mesma maneira que o Espírito Santo se manifestou aos 120 discípulos no Dia de Pentecoste (At 2), ele continua se manifestando nos dias de hoje, exercendo, inclusive, todos os seus dons: Palavra de Sabedoria, Palavra de Conhecimento , Fé, Dons de Curar, Operações de Milagres, Profecia, Discernimento de Espíritos, Variedade de Línguas, Interpretação de Línguas (I Co 12:8,10).

Cremos que é Jesus quem batiza com Espírito Santo e Fogo (Mt 3:11) e que é o Espírito Santo que transforma o corpo do Cristo em SANTUÁRIO (I Co 6:19). Cremos que ter o Espírito Santo nas nossas vidas é fundamental porque é Ele que nos orienta (Rm 8:14), enche o nosso coração de amor (Rm 5:5), santifica (II Ts 2:13 ; II Co 3:18), produz bons frutos (Gl 5:22-23) e intercede por nós, através de nós (Rm 8:26-27 ; Ef 6:18).

Cremos que a vinda do Espírito Santo ao mundo dependeu da ASCENÇÃO E GLORIFICAÇÃO DE CRISTO (Jo 16:7) e que o homem ou mulher não devem abrir o corpo para receber qualquer espírito, por mais privilegiado que seja a não ser o ESPIRÍTO DE DEUS, que é SANTO. Somente o Espírito Santo não despersonaliza a pessoa que o recebe, não mente, não vitupera ou faz o mal.

10. A SALVAÇÃO TOTAL, AO ALCANCE DE TODOS

Cremos que Deus já fez toda a sua parte. O Pai, o Filho e o Espírito Santo não obrigam ninguém a abandonar os seus pecados e maus caminhos. O homem continua livre para exercer sua soberana vontade. Contudo, o pecado, a rebelião e a desobediência mantêm o ser humano afastado de Deus. Cremos que não existe pecado que não possa ser perdoado, a não ser aquele que Jesus citou em (Mt 12:31-32), que é a blasfêmia contra o Espírito Santo.
Fora disso, qualquer pecado pode ser esquecido por Deus, e a Salvação concedida, desde que haja uma CONVERSÃO VERDADEIRA.

11. A CONVERSÃO

Jesus colocou a Conversão como condição “sine qua non” para a Salvação Pessoal. Ele disse:

“SE NÃO VOS CONVERTERDES E NÃO VOS TORNARDES COMO CRIANÇAS, DE MODO ALGUM ENTRAREIS NO REINO DOS CÉUS” (Mt 18:3).

A mensagem dos primeiros apóstolos ao mundo era “CONVERTEI-VOS” (At 3:19).
Por isso, cremos que para uma pessoa alcançar a SALVAÇÃO, ela precisa abandonar o caminho do ódio, e da morte e voltar-se para a direção da Paz e da Vida, que é Jesus. “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os nomes pelo qual devamos ser salvos” (At 4:12). Cremos que nenhum ídolo, santo, santa, homem, espírito, anjo, demônio ou divindade pode salvar a não ser Jesus Cristo (Gl 1:8). Para se converter, o homem precisa de Arrependimento e Fé.

12. O ARREPENDIMENTO E FÉ
Arrependimento é a repugnância da consciência humana contra o pecado ou mal praticado pela própria pessoa.
Com o nosso intelecto reconhecemos o erro diante de Deus. Com o nosso coração reconhecemos a tristeza que demos a Deus por aquela ofensa. E com a ajuda do Espírito Santo reconhecemos a necessidade de buscar o perdão e a santidade em Deus (Mt 12:41; 3:2,8; At 2:36-41; 3:19-21; 17:30-31; 20:21; Rm 2:4; II Co 7:9-11).

Cremos que, tanto quanto Arrependimento, é preciso Fé na pessoa de Jesus Cristo e sua obra de redenção (Jo 20:31; Rm 4:7; 10:17) pois todos somos justificados pela fé e não pelas obras (Ef 2:8-9). “Em verdade, em verdade vos digo; quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a VIDA (Jo 5:25)”. Cremos que, arrependendo-se, o homem se reconcilia com Deus e os seus pecados, que formavam os obstáculos que o separava do Pai, são removidos por Cristo.
É estabelecida a PAZ entre o homem e o seu Deus, pois os motivos de inimizade e separação já não existem mais.
Cristo os levou todos (Is 53). “Justificados, pois, mediante a Fé, tenhamos PAZ com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5:1).

13. O NOVO NASCIMENTO – A NOVA VIDA – A REGENERAÇÃO

O NOVO NASCIMENTO – A NOVA VIDA é obra exclusiva do Espírito Santo. Quem se converte, não precisa morrer fisicamente para nascer de novo, mas nasce novamente através do Espírito Santo (Jo 3:1-15).
É tão impressionante a transformação moral e espiritual e, conseqüentemente, física, que uma pessoa recebe que o próprio Cristo a chamou de NOVO NASCIMENTO e o apóstolo Paulo de “novidade de vida” (Rm 6:4).

Cremos que não se trata de uma reencarnação ou novo nascimento físico, mas sim um NOVO NASCIMENTO espiritual, onde somos gerados pela Palavra de Deus, através do Espírito Santo. (Tg 1:18; I Pe 1:23).
Antes de se converter, o homem é apenas uma criatura para Deus. Depois que o ser humano aceita Jesus, pela graça do NOVO NASCIMENTO ele passa a ser Filho de Deus: “Mas a todos quantos o receberem, deu-lhes o poder de serem feitos Filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome” (Jo 1:12).

Cremos que, por sermos Filhos de Deus, Cristo divide conosco todos os direitos de sua herança celeste (Rm 8:17; Gl 4:1-7).
Esta NOVA VIDA que homem recebe de Cristo já é chamada de VIDA ETERNA, porque, ao nos arrepender de nossos pecados, reconciliamo-nos com o nosso PAI, sendo-nos imputada justiça através do sacrifício de Cristo. Assim, antecipamos o Dia do Juízo em nossas vidas para o Dia Aceitação, obtendo imediatamente a absolvição da parte de Deus.

Cremos que o Salvo não precisa morrer para gozar VIDA ETERNA, porque esta VIDA passa a ser desfrutada aqui e agora, graças ao sacrifício feito por Cristo (Jo 5:24; 6:47), sendo, a VIDA após a morte, uma conseqüência lógica e justa de uma sábia escolha tomada durante esta vida, em favor da VIDA.

14. O BATISMO NAS ÁGUAS: A MORTE E RESSURREIÇÃO COM CRISTO
Cremos que o Batismo é um gesto do novo Cristão para se identificar com a Morte, Sepultamento e Ressurreição Gloriosa do seu Salvador.
Do mesmo modo que Cristo morreu e permaneceu sepultado por três dias, assim também o novo Cristão, ao ser submergido totalmente pelas águas está sepultando a velha criatura junto com todos os seus pecados (Rm 6:4; Cl 2:12). Ao emergir das águas batismais, o Cristão está ressuscitando com Cristo (II Co 5:17), tendo se lavado e purificado de todo os seus pecados (At 2:38 ; 22:16).

Cremos que o próprio Cristo se fez batizar por João Batista (Mt 3:13-17; Mc 1:9-11; Jo 1:32-34; Lc 3:21-22) para cumprir toda justiça do Pai. Com isso, Jesus deixou claro que todos os seres humanos conscientes precisam ser batizados por uma determinação divina (Mc 16:16). O batismo foi feito para pecadores arrependidos. Cristo não tinha pecado para se arrepender e se batizou para cumprir a Justiça de Deus e nos dar o exemplo.

Cremos que não existe pessoa na terra, por melhor que seja que não precisa ser batizada. A Bíblia declara que Deus olhou para a Terra e não viu um justo sequer (Rm 3:10). A benção da justificação e do perdão só é obtida por aqueles que depositam sua confiança em Cristo (Rm 3:22; 4:16; Gl 2:16) e no seu sacrifício (Rm 5:8-9; 3:26). O novo cristão deve ser batizado em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mt 28:19), conforme a orientação dada por Jesus, não importando seu estado civil, condição social e econômica ao se converter.

Cremos que o ser humano arrependido e batizado nas águas se identifica de tal maneira com a morte, sepultamento e ressurreição do seu Salvador (Rm 6:1-4), que a Bíblia diz que ele se torna “membro do Corpo de Cristo” (I Co 12:27), que se “se revestiu de Cristo” (Gl 3:27) e que agora “está em Cristo” (II Co 5:17; Gl 3:28; Ef 1:1). E tudo isso, pelo princípio da graça e do amor de Deus: “sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus” (Rm 3:24).
Somos contra a cobrança do batismo, mesmo quando esta cobrança vem acompanhada da desculpa de ajudar a obra da Igreja.

Cremos que o Batismo do Arrependimento nas Águas deve ser feito somente em favor de pecadores, arrependidos, o que exclui totalmente o batismo de seres humanos que não conhecem o bem ou mal e não tem consciência de seus pecados e muito menos sabem o que é arrepender-se. O procedimento correto com crianças e recém-nascidos de pais cristãos é apresentá-los a Deus, no templo, conforme o próprio Cristo foi apresentado quando nenê (Lc 2:22). O batismo de crianças é anti-bíblico e nunca foi solicitado ou instituído por Cristo ou seus apóstolos, tratando-se apenas de um hediondo recurso de muitas Igrejas para arrecadar recursos financeiros, sem qualquer temor de Deus, comparando-se isto à cobrança de indulgências no ano de 1515.

Cremos que os adultos que morrem sem o Batismo de Arrependimento, ainda que batizados ou apresentados quando recém-nascidos ou crianças, morrem como pessoas que não cumpriram toda Justiça de Deus (Mt 3:15).

Cremos, também, que “há um só batismo” (Ef 4:5), não havendo necessidade do Cristão se batizar novamente, qualquer que seja a justificativa para isso. Abominamos totalmente a prática de dois batismos de arrependimento.
Com o batismo das águas, o Cristão passa a ser parte do corpo místico e visível de Cristo aqui na terra, passando a ser tratado como membro deste corpo e irmão de todos os outros membros da IADFJ, com todos os benefícios desta comunhão.

15. A SANTIFICAÇÃO
Cremos que todo aquele que se converte a Cristo é por Ele santificado, no sentido de ser separado para Deus, recebendo, por isso, o nome de santo (At 9:32,41; 26:10; Rm 1:7; I Co 1:2).

Cremos que o novo homem e a nova mulher, gerados pelo Espírito Santo, travam uma luta diária com o seu “velho eu” e que, graças às vitórias que Cristo concede, as suas vidas vão se tornando cada vez mais santificadas e perfeitas. O Espírito Santo transforma o nosso corpo e a nossa vida no verdadeiro lugar de culto a Deus (Rm 12:1).

Cremos que é da vontade de Deus que nos santifiquemos e que todo crente fiel é possuído por este novo interesse na vida: servir a quem primeiramente nos amou, para quem fomos separados. Ao invés de amar o mundo e as coisas do mundo, começamos a amar mais a Deus e suas coisas.

Cremos que a santificação é possível graças ao cumprimento da promessa de Cristo, que disse: “Se alguém Me ama, guardará a Minha Palavra, e o Meu Pai o amará, e iremos para ele, e faremos nele morada” (Jo 14:23).

Cremos que a Santificação é uma vida cheia do Espírito Santo, que cria uma natureza reta no homem; “e porei dentro de vós o Meu Espírito, e farei que andeis nos Meus estatutos, e guardeis os Meus juízos e os observeis” (Ez 36:25-27).

Cremos que não obstante a santificação ser obra do Espírito Santo, o novo cristão deve lembrar-se das advertências de Cristo para vigiar e orar, “porque o diabo, vosso adversário, rugindo como um leão, anda em redor, buscando alguém a quem possa tragar” (I Pe 5:8).

Cremos que ninguém está livre das tentativas do mal e que, se o crente pecar, ele não deve ficar omisso ou quieto, mas orar com sincero arrependimento ao Seu Senhor e Advogado para que perdoe as suas faltas. Somente se julgar necessário é que deverá procurar o seu Pastor e relatar o fato, solicitando orientação e oração. Somos contra a repreensão pública do Cristão faltoso, por considerá-la escandalosa e degradante, além de totalmente insensata. Humilhando publicamente o que falhou, só se consegue afastá-lo da congregação e, dificilmente, reconquistá-lo para Cristo. Devemos proceder conforme Jesus ensinou em Mt 18:15-17.

Cremos que, “se resistirmos ao diabo, ele fugirá de nós” (Tg 4:5).
“Segundo é santo Aquele que vos chamou, tornai-vos santos, também vós mesmos em todo vosso procedimento, porque escrito está sede santos, porque Eu sou santo” (I Pe 1:15-16; Mq 6:8; Jo 15:4-10; Rm 6:11-14; 8:12-13; II Co 7:1; Gl 5:24; Ef 4:24; Cl 3:10).

16. A SANTA CEIA

Cremos que a Santa Ceia é uma comemoração da nossa redenção espiritual e que a sua observação é uma lembrança apocalíptica de que Cristo voltará. Cremos que o uso do pão partido na Santa Ceia é para nos lembrar que o verdadeiro pão da vida – Jesus Cristo – foi partido por nós. Igualmente, o fruto da videira é uma maravilhosa lembrança do sangue precioso que Jesus derramou no Calvário para lavar os nossos pecados e tirar do nosso ombro o fardo tão pesado das nossas iniqüidades, dores, enfermidades e transgressões (Is 53).

Cremos que a Santa Ceia é uma poderosa instituição divina que renova o Cristão e o alimenta do Corpo e do Sangue de Cristo, preparando-o para o Dia da Sua Volta, quando, então, Ele nos proporcionará que participemos da Ceia em Seu Reino, na Sua preciosa companhia (Mc 14:25).

Cremos que o homem e a mulher, antes de participarem deste sagradíssimo sacramento, devem se submeter ao mais rigoroso exame de consciência e vida, perdoando indistintamente todos os que lhe tem ofendido, e pedindo perdão a Cristo de seus pecados, para que não venham a participar indevidademente, comendo e bebendo para sua própria condenação, tornando-se culpados da morte de Cristo. (I Co 11:26-28 e II Co 13:5).

17. O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO E SEUS DONS

Cremos que é Cristo quem batiza com Espírito Santo e Fogo, conforme o anúncio feito por João Batista (Mt 3:11; Jo 1:33; Lc 3:16; Mc 1:8) e que o cumprimento desta verdade no Dia de Pentecoste, (At 2), no inicio da era cristã, trouxe a este mundo conturbado e aflito uma nova relação de amor e amizade entre o homem e o seu Deus: o corpo do homem passou a ser o verdadeiro templo de Deus (Jo 14:17; I Co 3:16).
Por ser Cristo quem batiza com Espírito Santo, e por Ele ser “o mesmo, ontem hoje e eternamente”, cremos que Cristo continua abençoando o seu povo com o cumprimento desta promessa, batizando os cristãos atuais com o mesmo Espírito Santo dos dias apostólicos, sendo que o falar em outras línguas, tanto quanto os outros dons somados ao fogo do Espírito Santo, continuam a ser os sinais externos desta maravilhosa graça.

Cremos que a Igreja deste século é tão carente quanto à primitiva, necessitando igualmente de força e graça do Espírito Santo para propagar o Evangelho, confrontar o mundo sem temor, ganhar almas e operar milagres (At 2:4; 2:14-43) e que, sem esta benção, a Igreja não consegue atender perfeitamente a Grande comissão dada pelo Senhor.

Cremos que a Sua presença enche o Cristão e a Igreja de PAZ e VIDA, sendo que os seus poderes espetaculares são distribuídos pelo Espírito Santo aos cristãos, visando o benefício da Igreja (I Co 12: 7). Nenhum cristão deve se vangloriar, ter inveja ou rivalidades por causa de como os dons são distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja, porque Ele o faz segundo a sua soberana vontade e onisciência, sem que qualquer pessoa por Ele agraciada seja melhor ou mais importante do que outra (I Co 12:14-20).

Cremos nos Nove Dons do Espírito Santo, que continuam a ser distribuído nos dias atuais, conforme a Sua graça. Eles são: Sabedoria, Palavra do Conhecimento, Fé, Dons de Curar, Operações de Milagres, Profecias, Discernimento de Espírito, Variedade de Línguas, Capacidade de Interpretá-la (I Co 12:8-11) e que todo crente fiel deve buscar e ter pelo menos um destes dons (I Pe 4:10 e I Co 12:7).

Cremos que o Batismo no Espírito Santo pode ocorrer com o crente a qualquer momento, mesmo que ele ainda não tenha sido batizado nas águas, conforme aconteceu com Cornélio e sua casa (At 10:44-46) e que esta benção pode vir através da imposição das mãos (At 8:17; 19:6), do ouvir a Palavra de Deus (At 10:44), das reuniões de oração ou louvor (At 2:1) ou onde e como o Espírito Santo desejar (Jo 3:8).

18. A VIDA PLENA DO ESPÍRITO SANTO

Cremos que aquele que vive uma vida cheia do Espírito Santo não pratica o egoísmo, a impiedade, fanatismo, escândalos, calúnia, conversas vãs, murmurações, cólera, blasfêmias, críticas maldosas ou qualquer outro gesto maledicente, pois estas coisas afugentam o Espírito Santo, que é dócil, sensível e delicado como uma pomba (Ef 4:30-32).

Cremos que cristãos devem viver os seus dias andando como Cristo andou (Jo 2:6; Gl 5:16,25), sendo pacientes, amorosos, dedicados, generosos, sóbrios, verdadeiros, sinceros, de oração, criteriosos, mansos, bons, fervorosos, longânimos, temperados, humildes, piedosos, zelosos, suportando-se e perdoando-se mutuamente, instando a tempo e fora do tempo, servindo ao Senhor e aos seus iguais (Ef 6:18; Cl 3:12-13; Rm 12:6-8; I Pe 4:10).

19. PROBLEMAS E DOENÇAS: MILAGRES E CURAS DIVINAS

Cremos que Deus pode interferir em tudo e em todos, mas que Ele não altera a ordem das coisas que o homem procura estabelecer, respeitando o direito que Ele próprio concedeu ao ser humano de traçar o seu caminho, através do livre arbítrio.
Deus controla as mínimas coisas da natureza, como o cair de uma folha de árvore ou morte de um simples passarinhos (que não ocorre se não for da Sua vontade), mas não interfere nas decisões humanas, tomadas com arrogância e auto-suficiência, razão do caos que o mundo se encontra.
Contudo, quando o homem confessa a sua incapacidade para resolver os seus problemas e os entrega nas mãos de Deus, Ele opera e abençoa através da oração da fé (Tg 5:15).

Cremos que, para Deus, não há impossíveis (Mt 19:26) e que Ele pode operar qualquer milagre, bastando, para isso, que o homem simplesmente creia no seu poder (Mt 9:28; 13:58; Mc 9:22-24; At 14:9). Quanto às doenças, cremos que elas têm, geralmente, quatros naturezas:

a) FÍSICA: a doença física é causada por germens, micróbios, bactérias, vírus, bacilos e outros microorganismos infecciosos, conhecidos ou não pela ciência. Ex. gripe, tuberculose, pneumonia, etc.

b) ESPIRITUAL: a doença espiritual é causada por espíritos de enfermidades que, não conseguindo tomar todo o corpo do ser humano, se alojam em determinada parte do organismo, ocasionando a dor e os sintomas da “doença”. Ao contrário das doenças físicas, as doenças espirituais não podem ser detectadas por exames ou chapas. Ex. o homem que era mudo. Quando Jesus tirou o espírito imundo, o homem falou (Lc 11:14). Idem, mulher que andava encurvada há 18 anos (Lc 13:11,12).


c) PECADO: a doença causada pelo pecado é tão terrível quanto à espiritual, pois também não pode ser detectada por métodos científicos e tão pouco curada por remédios. Ela só pode ser curada quando o homem é perdoado de seus pecados. Ex. o paralítico de Cafarnaum, sobre o qual Jesus disse: “o que é mais fácil? Dizer: Perdoado te são os teus pecados ou dizer: Levanta-te e anda?” (Mt 9:5). E Ele o curou, dizendo: “perdoados te são os teus pecados. Levanta-te, toma a tua cama e vai para tua casa” (Mt 9:6).

d) PROVA DIVINA: esta doença não é causada por nenhuma das três formas, mas é permitida por Deus para provar o homem ou para que o Seu nome seja glorificado. Ex. a doença de Jó e o cego do Novo Testamento, descrito em (Jo 9:2-3).

A verdade é que, qualquer que seja o motivo ou natureza da doença, TODAS ELAS PODEM SER IMEDIATEMENTE CURADAS PELO PODER DO SACRIFÍCIO (Mt 8:17) E DO NOME DE JESUS CRISTO (Mc 16:17; At 4:30).

Cremos que é da vontade de Cristo que todos gozemos de boa saúde e que ninguém precise sofrer o flagelo da doença, porque no sacrifício da Cruz do Calvário, Cristo já pagou a conta do médico por nós (Is 53). “A oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará... e se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados (Tg 5:15)”.

20. O GOVERNO DA TERRA

Cremos que é dever do crente obedecer às leis do seu País e orar seus governantes, devendo obedecê-los e apoiá-los constantemente, exceto naquilo em que estiverem errados ou em oposição à Palavra de Cristo, porque “importa obedecer a Deus e não aos homens” (At 5:29).

Cremos que Cristo é o nosso verdadeiro Rei, Senhor e Imperador absoluto de todos os senhores (Ap 19:16; Dn 3:15-18; 6:7-10; Mt 10:28).

21. EVANGELISMO NO MUNDO

Cremos que evangelizar é a principal missão da Igreja, enquanto estiver sobre a Terra (Ez 3:17-18), sendo que, em todo lugar e em qualquer tempo, é preciso pregar o Evangelho de Cristo com convicção, pois os campos estão constantemente preparados para a ceifa (Jo 4:35-37). Cremos que a Igreja deve sempre orar a Deus para que envie obreiros e trabalhadores para a sua Seara (Mt 9:38) porque o número de pregadores é sempre pequeno em vista de tanto trabalho que precisa ser feito. Cremos que ao homem e à mulher cabem responsabilidades iguais na obra de evangelização mundial, procurando servir na plenitude das suas capacidades espirituais e materiais para levar a Salvação aos pecadores, arrebatando-os do fogo.
Cristo escolheu doze apóstolos como evangelistas, os usou tremendamente na propagação do evangelho, mas da mesma maneira honrou muitas mulheres no seu ministério, revelando as verdades espirituais, fatos e profecias de sentido transcendental, que as transformaram em mensageiras tão importantes quanto os seus irmãos pregadores.
Como prova disto, nós temos que: A profetiza ANA foi à primeira mulher a anunciar aos judeus que o Redentor havia nascido (Lc 2:36-38). A mulher de Samaria trouxe toda a sua cidade para Jesus, tornando-se a primeira missionária cristã do mundo (Jo 4:25-30).
Maria Madalena foi à primeira pessoa a ver o Cristo Ressuscitado e também a primeira pessoa a se converter na Europa e também a primeira a acolher os apóstolos (At 16:13-14).
Eram as mulheres que acompanhavam e serviram Cristo e os Apóstolos com seus bens. É tão patente que sempre foi propósito de Deus também usar as mulheres, que até o velho Testamento é rico em exemplos de mulheres que se destacaram e foram uma benção para o seu povo. É o caso de Débora, Rute, Ester, Abigail, Raabe, entre outras.
Por isso, cremos que a força das mulheres deve se juntar à dos homens, em benefício do Reino de Deus, constituindo-se esta união numa grande benção para a Igreja de Cristo, que deve seguir em frente, levando as Boas Novas a todo o mundo (Mc 16:15), multiplicando-se à cada dia (At 16:5), aumentado o número de salvos (At 2:47), que irão fazer parte do corpo místico de Cristo (Rm 12:5-8), enviando pastores(as) e missionários(as), somente parando com esta tão extraordinária missão no dia em que Jesus voltar, lembrando-nos sempre das suas palavras: “negociai até que eu venha” (Lc 19:13).

22. A SEGUNDA VINDA DE CRISTO E O MILÊNIO

Cremos que a Volta de Jesus é Iminente (Mt 24:42-44) e que ela será Pessoal (At 1:11), Visível (Mt 24:20,47) Inconfundível (Ap 1:7), Repentina (I Co 15:52), Inesperada (Lc 21:34; Mt 24:36-44) vindo numa hora que ninguém imagina.
Da mesma maneira que a sua primeira vinda trouxe divisão entre os homens (Lc 12:51), Cristo virá pela segunda vez concretizar esta separação (Mt 24:40-41).

Cremos que “o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvem, para encontrar o Senhor nos ares e assim estaremos sempre com Ele (I Ts 4:13-17).

Cremos que depois disto, desceremos a Terra com Jesus e seremos como sacerdotes de Deus e de Cristo, reinando com o Senhor por mil anos e que, durante este período, o dragão, a antiga serpente, que é o diabo e Satanás, estará amarrado e preso no abismo, para que não mais engane as nações (Ap 20:1-4).

Cremos que os demais mortos não reviverão até que se acabe o Milênio e que “bem aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte” (Ap 20:5-6).

Cremos que, terminado os mil anos, satanás será solto da sua prisão, e sairá a enganar as nações que estão sobre os quatro cantos da terra... “cujo número é como a areia do mar, para as ajuntar em batalha e lutar contra o arraial dos santos e a cidade amada” (Ap 20;7-9).

23. O JUÍZO FINAL

Cremos que, após esta batalha, de onde o diabo será lançado definitivamente no lago do fogo e enxofre (Ap 20:7-10) o Mar dará os mortos que nele estiverem. A morte e o Além entregarão os mortos que neles existirem e que Deus há de julgar, segundo suas obras, tanto os vivos como os mortos, poderosos e humildes, e que todos hão de comparecer para este grande julgamento, quando será feita a última separação entre os que aceitaram a Cristo e os que foram indiferentes ao Seu sacrifício ou rejeitaram o seu apelo amoroso para que se arrependessem (Ap 20:11-13). Neste da “os justos resplandescerão como o sol, no reino do seu Pai” (Mt 13:43; II Co 5:10).
E quando o filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; e todas as nações serão reunidas diante dele e apartará um dos outros como pastor aparta dos bodes as ovelhas... “e irão estes para o tormento eterno mas os justos para vida eterna”. (Mt 25:46)

24. O TORMENTO ETERNO

Cremos que Deus, por ser amoroso, não quer a morte do ímpio, pois Ele mesmo declara: “... vivo Eu, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho e VIVA. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que razão morrereis?” (Ez 33:11). Deus é claro na Sua palavra: quem não se converter receberá o dano da Segunda Morte, que é estar separado de Deus definitivamente. Neste castigo, que Deus preparou para os maus, o “bicho não morre e o fogo nunca se apaga” (Mc 9:43-44). Neste local de choro, amargura, trevas, ranger dos dentes, e tardio arrependimento, ficarão os tímidos, fornicários, descrentes, abomináveis, criminosos, feiticeiros, os que em vida consultavam os mortos, os idólatras, mentirosos e os que rejeitaram e desprezaram o amor e o sacrifício de um Salvador banhado em sangue, apesar de todas as oportunidades que Deus lhes concedeu para que pudessem se arrepender (Mt 13:41-42). Neste local, primeiramente preparado para o diabo e seus anjos caídos, também serão lançados todos aqueles que não foram achados escritos no Livro da Vida (Ap 20:10,15).

25. O NOVO CÉU E A NOVA TERRA

Cremos que o primeiro céu e a primeira terra atuais passarão, deixando também o mar de existir, e que no Novo Céu e na Nova Terra estará a Nova Jerusalém, a qual descerá adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. Nela, Deus habitará com os homens, limpando dos seus olhos todas as lágrimas; e não haverá mais mortes, nem pranto, nem clamor, nem dor; “porque já as primeiras coisas são passadas” (Ap 21:1-4). Na Nova Jerusalém não haverá templo, porque o seu templo é o Deus Todo-Poderoso e o Cordeiro. Também não haverá sol nem lua porque a Glória de Deus a alumiará e o Cordeiro será a sua lâmpada. E todas as nações andarão à sua luz. Nela não entrará coisas alguma que seja imunda, que cometa abominação ou mentira, mas só os que estão inscritos no Livro da Vida do Cordeiro (Ap 21:22-27).
“E ali nunca mais haverá maldição contra alguém e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão. E verão o seu rosto, e nas suas testas estará o seu nome. E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os alumia; e reinarão para todo o sempre”. Amém (Ap 22:3-6).

26. DÍZIMOS E OFERTAS

Cremos que o Dízimo é um dever do crente fiel, sendo um mandamento com promessa infalível: dando para a Casa de Deus, o crente recebe muito mais da Sua Casa. Diz o Senhor: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança” (Ml 3:10).
Confirmando o mandamento com promessa, Jesus disse: “Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando vos deitarão no vosso regaço” (Lc 6:38).

Cremos que os Dízimos e ofertas sempre foram planos de Deus para que nunca faltasse nada na Sua Casa e para que a Igreja pudesse ter todos os meios e recursos necessários para cumprir a sua gloriosa missão. Assim como somos co-herdeiros das coisas e riquezas de Cristo, também Cristo deve ser co-proprietário das nossas humildes posses neste mundo, sendo que o crente generoso agrada e alegra a Deus (II Co 9:7).

27. OS MEMBROS: CRISTÃOS AUTÊNTICOS

Os FIÉIS MEMBROS, OBREIROS da IGREJA  NAÇÃO APOSTÓLICA REVIVER EM CRISTO, devem ter a experiência de uma conversão genuína e sincera, serem batizados nas águas e transparecer, através de gestos, pensamentos e palavras, o novo nascimento no Espírito Santo, possuindo grande desejo de ganhar almas e lealdade para com esta IGREJA e seus LIDERES, ajudando na manutenção e crescimento da sua IGREJA local, dispondo para isso, das suas orações, contribuições e trabalho, fugindo das discussões de doutrinas, idéias marginais e concepções filosóficas, que só contribuem para ofuscar a visão espiritual do crente e desviar a sua atenção da grande finalidade de nossas vidas cristãs que é, justamente, glorificar a Cristo, colocando-o como centro de nossos pensamentos, emoções, preocupações e vontade. “Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina... Antes, seguindo a verdade em caridade, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça: Cristo! (Ef 4:14-15)”.

Enfim, exortamos o cristão fiel a viver o dia de hoje como se Cristo fosse voltar amanhã e anunciar a sua mensagem com tal urgência como se a salvação do mundo todo dependesse do seu único testemunho, chorando pelas almas perdidas e lançando no rosto dos homens o grande amor e interesse que Deus tem em salvá-los, assim como Jesus chorou com grande dor sobre Jerusalém, vendo naquela geração todos os homens de todas as épocas, passadas, presentes e futuras: “JERUSALÉM, JERUSALÉM, QUE MATAS OS PROFETAS, E APEDREJAS OS QUE TE SÃO ENVIADOS! QUANTAS VEZES QUIS EU AJUNTAR OS TEUS FILHOS, COMO A GALINHA AJUNTA OS SEUS PINTOS DEBAIXO DAS ASAS, E TU NÃO QUISESTES!”. (Mt 23:37)